domingo, 16 de novembro de 2008

Era uma Casa Verde e Rosa

Era uma casa algo assim não tão engraçada, Não havia vida, não havia nada. Podia-se entrar nela mais era em vão, Porque na casa só solidão. Ninguém podia armar uma rede, Com o risco do sono eterno que o envolvesse. E nem ao menos esquecer-se ali, pois velhos fantasmas vagavam junto a ti. Mas era feita com muito esmero, Lá ainda vivo e assim a morte espero.

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