Mal sequer de um amor refeito,
Foi-se um homem a uma cilada.
De uma jovem, lindos peitos.
Com um sorriso e uma piscada.
E assim segue a noite,
antes serena e suave.
agora suada e ofegante
por ter sido maculada
pela paixão dos amantes.
Já passava a madrugada,
E o sol a alcançava.
Quando um homem entorpecido,
De uma casa se afastava.
Lá dentro a cantarolar,
a ninfeta, se vestindo.
Os quadris a rebolar,
Nádegas de um corpo lindo.
Que a pouco se torcia,
Ante frenesi incontido.
De um pênis que sentia,
Dentro de seu "escoderijo".
E tendo atrás seu rosado,
Orifício que ardia.
Pensou ela: "Estou feliz!,
Pelo gozo e a alegria".
Agora as pontas de uma escova,
Seus cabelos percorriam.
De fios longos, lindos, loiros.
Que pelos seios escorriam.
Um reflexo no espelho,
De redondos, olhos verdes.
Boca um "o", púbis sem pêlos.
Esta era, pois, Mercedes.
Foi-se um homem a uma cilada.
De uma jovem, lindos peitos.
Com um sorriso e uma piscada.
E assim segue a noite,
antes serena e suave.
agora suada e ofegante
por ter sido maculada
pela paixão dos amantes.
Já passava a madrugada,
E o sol a alcançava.
Quando um homem entorpecido,
De uma casa se afastava.
Lá dentro a cantarolar,
a ninfeta, se vestindo.
Os quadris a rebolar,
Nádegas de um corpo lindo.
Que a pouco se torcia,
Ante frenesi incontido.
De um pênis que sentia,
Dentro de seu "escoderijo".
E tendo atrás seu rosado,
Orifício que ardia.
Pensou ela: "Estou feliz!,
Pelo gozo e a alegria".
Agora as pontas de uma escova,
Seus cabelos percorriam.
De fios longos, lindos, loiros.
Que pelos seios escorriam.
Um reflexo no espelho,
De redondos, olhos verdes.
Boca um "o", púbis sem pêlos.
Esta era, pois, Mercedes.
