Tenho até medo de escrever depois de algumas cervejas, pois acho que dentre os efeitos desta bebida (além do porre, do vexame, da exaltação aos sonhos impossíveis, e mesmo desde o propício "hugo" até o culminar de uma bela ressaca), imagino que ela nos faça mais ... sinceros. E, cá entre nós, quem de vocês que (possivelmente) me ouve teve a felicidade de lucrar com tal gesto ultrapassado de humanidade? Se abrindo à alguém, ou a si mesmo até, encarando a verdade e soltando na cara desta um "tapa" tal, que esta não pudesse deixar de transparecer em quem a visse, toda a essência que tão sôfregamente você por fim liberou ao mundo, talvez só prá dizer à eles (à nós) que você sofre, ou que é feliz, não importando de que meios você se valeu para atingir estes objetivos (ou conseqüências, caso indesejáveis acontecimentos), mas o ponto é que você finalmente se abriu, não pensando no que resultaria deste gesto (despojado em sua aparência até, mas mesmo assim ousado) e como lucro tens em mãos uma variedade enorme de outras possibilidades sobre o que pensar e como agir, seja pelo sorriso alegre de um transeunte que correspondeu à um cumprimento teu, ou até a sensação de desagrado pairando no ar quando você finalmente diz para tua parceira (ou parceiro) que não dá mais...
Pois é, era mais ou menos sobre isso o que eu queria dizer depois de dar muitas voltas, me concentrei e me despi do medo para poder anunciar que sim, houveram algumas rupturas, mas também para deixar claro estar ansioso pelos possíveis sorrisos e mesmo gestos amáveis daqueles que talvez num futuro breve, estarão presentes entre nós.
Pois é, era mais ou menos sobre isso o que eu queria dizer depois de dar muitas voltas, me concentrei e me despi do medo para poder anunciar que sim, houveram algumas rupturas, mas também para deixar claro estar ansioso pelos possíveis sorrisos e mesmo gestos amáveis daqueles que talvez num futuro breve, estarão presentes entre nós.
