Antes de tudo, algumas observações: Será sobre o fim de um corredor, será sobre um fim de corredor ou poderá ser no fim do corredor ?
Acho que não tenho realmente muita experiência em "fins-de-corredor" (e, diga-se de passagem, em descrições também), talvez até pela inexistência destes nos lugares onde morei.
A primeira imagem que se evoca á mim é a de uma região misteriosa (nem sempre, talvez só à noite), onde nossa visão não alcança e nossas pernas não se permitem percorrê-las.
Mas vejo também nestas trevas algo como uma porta. É, talvez uma dessas comuns, com olho mágico e uma campanhia ao lado para chamar seu morador (uma redundância, pois provavelmente irá morar alguém que você certamente não quer nem conhecer...)
Mas sabem como é, já dizia um velho sábio que o mistério se define e se reduz tão somente ao seu conteúdo, que imutavelmente é o desconhecido.
Então, junto a essa porta ouvem-se (ouço) sons. Sons desconhecidos para mim (se tenho dez anos, será que conheço todas as onomatopéias que o ser humano cria? Ou talvez com vinte, resumiria eu como sendo sendo apenas mais um casal na eterna/cansativa procura do (quem sabe) inalcançável amor.
Mas não tenho idade. Sou só idéias. Idéias e dúvidas (o que há afinal no fim do corredor?)
Já não sei se o tempo passa no ficar do meu dilema ou se para e me acompanha no correr dos meus pensamentos...
Acho que não tenho realmente muita experiência em "fins-de-corredor" (e, diga-se de passagem, em descrições também), talvez até pela inexistência destes nos lugares onde morei.
A primeira imagem que se evoca á mim é a de uma região misteriosa (nem sempre, talvez só à noite), onde nossa visão não alcança e nossas pernas não se permitem percorrê-las.
Mas vejo também nestas trevas algo como uma porta. É, talvez uma dessas comuns, com olho mágico e uma campanhia ao lado para chamar seu morador (uma redundância, pois provavelmente irá morar alguém que você certamente não quer nem conhecer...)
Mas sabem como é, já dizia um velho sábio que o mistério se define e se reduz tão somente ao seu conteúdo, que imutavelmente é o desconhecido.
Então, junto a essa porta ouvem-se (ouço) sons. Sons desconhecidos para mim (se tenho dez anos, será que conheço todas as onomatopéias que o ser humano cria? Ou talvez com vinte, resumiria eu como sendo sendo apenas mais um casal na eterna/cansativa procura do (quem sabe) inalcançável amor.
Mas não tenho idade. Sou só idéias. Idéias e dúvidas (o que há afinal no fim do corredor?)
Já não sei se o tempo passa no ficar do meu dilema ou se para e me acompanha no correr dos meus pensamentos...

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